Você precisa escolher com que armas lutar

Oi, sê bem-vindo. Espero que esse texto te ajude a ser melhor. Fique com Deus. Boa leitura. 💛


(Leia ao som de Song For Someone)

Nós não precisamos forçar muito a cabeça para olharmos a realidade, medirmos as coisas e entendermos que estamos vivendo uma batalha constante. Se colocar em contato com a vida e com o mundo é abraçar o desafio de precisar usar de todas as armas possíveis para manter íntegro o próprio coração, mente e intenções. Não é difícil perder o foco, se deixar corromper, caminhar na direção errada.

A gente está lá, vivendo um dia depois do outro, correndo atrás de um sonho, até que se dá conta e percebe estar em uma trincheira em meio a cidade.

É hora tomar uma decisão: lutamos ou nos deixamos perder.

Toda batalha humana requer uma estratégia pensada, calculada, específica. É preciso estudar os próprios objetivos, o inimigo que nos cerca e o que está em jogo. Depois, buscar alguma postura que seja prudente para se manter inteiro e sair com algum lucro no final – geralmente crescimento ou aprendizado. Às vezes o desafio maior é manter as próprias crenças em um mundo que nos quer fazer desacreditar. Às vezes é dominar a própria ira para tratar bem quem está ao nosso redor, numa batalha particular diferente, e que merece caridade de nós.

Nunca é exatamente fácil, mas sempre possível (ao menos quando entendemos que não podemos abraçar todas as batalhas da vida).

Escolher com que armas lutar e por onde ir, fazer essa experiência de ser estrategista da própria realidade, é fundamental para se viver uma vida saudável. Quando uma guerra começa, precisamos ter claro qual inimigo estamos combatendo e por qual motivo precisamos engajar força nisso. Se não, corremos o risco de perder tanto tempo como saúde. E tanto faz se o adversário mora dentro da gente, como um vício ou medo parasita, ou se nos ataca de fora.

É preciso empregar os meios. Para a soberba ou o orgulho, humildade. Para a avareza, o desprendimento e a bondade. Para a impureza, a castidade. Para a gula, a temperança. Para a ira, a paciência. Para a inveja, a caridade. Para a preguiça, fazer bem o que deve ser feito.

Lutar a gente sempre vai precisar. Agora, a luta só faz sentido quando enfrentamos o inimigo certo. Do contrário, estaremos correndo na esteira, sem sair do lugar. Não adianta olhar o combate alheio, acusar os meios e não cuidar da própria batalha. Está em jogo nossa salvação, além da saúde da nossa mente e do nosso coração.

Júlio Hermann.


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Crédito da foto: aqui.

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