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Júlio Hermann não tem medo de colocar o dedo na garganta e vomitar cada uma das coisas que sente e pensa. Conversa sobre amor e comportamento com veemência, separando cada umas das coisas que sente em fragmentos que são capazes de o expor de peito aberto a quem o lê.

Gaúcho, escritor e jornalista, escreve sobre cada pequena coisa que a gente sente e não diz, todo pequeno detalhe que guardamos no peito com medo de se expor demais para as pessoas lá fora.

Dizem que suas histórias são dos outros, mas a verdade é que coloca uma fibra de seu coração em cada frase que escreve. Escreve por que sente, por que um anzol puxa cada um de seus órgãos, e usa a arte como salva-vidas.

Escreve por amar demais, fala por amar demais a vida e cada uma de suas facetas. Usa cada uma das formas de se expressar pra mostrar aos outros as coisas pelas quais acredita que vale a pena lutar. Carrega uma fé particular de que não existe nada mais poderoso do que a cada palavra escrita.

Como jornalista, possui uma Libertadores e um Campeonato Brasileiro no currículo. Na literatura, publica ao lado de alguns dos mais importantes jovens autores do Brasil.

Produz conteúdo literário, informativo e institucional, ministra palestras e acredita que todo rosto pode contar uma história interessante, desde que resolva conta-la de peito aberto. Você pode saber mais sobre isso na aba de contato.

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Confira o trabalho do autor em: Entre todas as coisas | Jornalismo de Boteco 

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 “Você dificilmente tem um amigo que fale melhor de amor que o Júlio. Não importa o motivo nem o local, ele sempre tem uma lição importante ou um texto incrível para curar aquela ferida aberta que o amor deixou. É um talento raro, oferecido só a quem sente muito – literalmente”
Augusto Alvarenga, autor dos livros Um Amor, Um Café & Nova York 1 e 2 e 1+1 – A matemática do amor.

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“Júlio Hermann tem duas coisas que me impressionam na sua escrita. A primeira delas é o fato de contar sobre a vida da gente como se fosse um menino segurando um balão num campo cheio, observando minuciosamente cada uma das histórias como se ele mesmo estivesse vivendo dentro daquelas pessoas. A segunda é a capacidade de segurar o balão e se manter leve mesmo no meio de tanto drama e confusão. É uma escrita que ainda não envelheceu e, por isso, tem aquele sabor de descoberta que vale a pena acompanhar agora e pelos próximos anos”
Daniel Bovolento, autor de Por onde andam as pessoas interessantes? e Depois do Fim

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“Júlio Hermann me surpreende sempre com seu olhar refinado na ótica interna dos fatos. Seus textos traduzem o que a gente sente, mas não conta pra ninguém”
Monika Jordão, colunista do Superela.

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“Júlio Hermann é um alquimista dos sentimentos. Conjura magias e constrói a partir do nada pontes que ligam os corações de nós, leitores, aos mais profundos sentimentos adormecidos, acordados, esquecidos ou renegados. Qualquer tipo de emoção proveniente do peito se curva e faz reverência sempre que as palavras do Júlio vem a tona”
Paulinho Rahs, músico e criador do Jornalismo de Boteco.