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Júlio Hermann não tem medo de colocar o dedo na garganta e vomitar cada uma das coisas que sente e pensa. Conversa sobre amor e comportamento com veemência, separando cada umas das coisas que sente em fragmentos que são capazes de o expor de peito aberto a quem o lê.

Escreve sobre cada pequena coisa que a gente sente e não diz, todo pequeno detalhe que guardamos no peito com medo de se expor demais para as pessoas lá fora.

Dizem que suas histórias são dos outros, mas a verdade é que coloca uma fibra de seu coração em cada frase que escreve. Escreve por que sente, por que um anzol puxa cada um de seus órgãos, e usa a arte como salva-vidas.

Escreve por amar demais, fala por amar demais a vida e cada uma de suas facetas. Usa cada uma das formas de se expressar pra mostrar aos outros as coisas pelas quais acredita que vale a pena lutar. Carrega uma fé particular de que não existe nada mais poderoso do que a cada palavra escrita.

Produz conteúdo literário, informativo e institucional, ministra palestras e acredita que todo rosto pode contar uma história interessante, desde que resolva conta-la de peito aberto. Você pode saber mais sobre isso na aba de contato.

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Confira o trabalho do autor em: Entre todas as coisas | Jornalismo de Boteco 

LIVRO

Tudo que acontece aqui dentro – cartas de amor nunca rasgadas

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Sinopse: Amar é afogar-se com os próprios sentimentos e continuar respirando. Tudo o que acontece aqui dentro é uma seleção de crônicas sobre o amor em seus diversos estágios, sobre aprender com as experiências da vida… trata-se de um tipo de testamento das coisas do coração. É também um romance narrado pelas memórias de quem as viveu, por cartas que deveriam ter sido rasgadas, registros dos sentimentos pessoais de quem revelou bem mais de si que a maioria de todos nós. Uma das coisas mais bonitas é a maneira com que vamos enfeitando a alma enquanto esperamos alguém chegar.

‘São cartas que escrevi enquanto ainda sentia a ferida arder. Os momentos felizes e os dias em que pensei que não iria aguentar”.

Júlio tem um dom. Ele consegue exprimir sobre sentimentos com muita beleza e, ao compartilhar em escritos, permite que nós também possamos nomear o que muitas vezes sentimos e ficamos de algum modo aflitos, por não compreender. É o momento em que o nosso coração encontra a paz. Ele transforma o grito preso nas gargantas em literatura. São linhas que costuram o aprendizado sobre amor com o olhar de uma geração.
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Este é o meu primeiro livro. No primeiro dia, estivemos entre as pré-vendas de destaque por maior procura da Saraiva. Para comprar você pode sua livraria de preferência:

Saraiva

Amazon

Livraria Cultura

Livraria da Folha

Martins Fontes

Vem que tem bastante amor ❤

site

 “Você dificilmente tem um amigo que fale melhor de amor que o Júlio. Não importa o motivo nem o local, ele sempre tem uma lição importante ou um texto incrível para curar aquela ferida aberta que o amor deixou. É um talento raro, oferecido só a quem sente muito – literalmente”
Augusto Alvarenga, autor dos livros Um Amor, Um Café & Nova York 1 e 2 e 1+1 – A matemática do amor.

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“Júlio Hermann tem duas coisas que me impressionam na sua escrita. A primeira delas é o fato de contar sobre a vida da gente como se fosse um menino segurando um balão num campo cheio, observando minuciosamente cada uma das histórias como se ele mesmo estivesse vivendo dentro daquelas pessoas. A segunda é a capacidade de segurar o balão e se manter leve mesmo no meio de tanto drama e confusão. É uma escrita que ainda não envelheceu e, por isso, tem aquele sabor de descoberta que vale a pena acompanhar agora e pelos próximos anos”
Daniel Bovolento, autor de Por onde andam as pessoas interessantes? e Depois do Fim

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“Júlio Hermann me surpreende sempre com seu olhar refinado na ótica interna dos fatos. Seus textos traduzem o que a gente sente, mas não conta pra ninguém”
Monika Jordão, colunista do Superela.

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“Júlio Hermann é um alquimista dos sentimentos. Conjura magias e constrói a partir do nada pontes que ligam os corações de nós, leitores, aos mais profundos sentimentos adormecidos, acordados, esquecidos ou renegados. Qualquer tipo de emoção proveniente do peito se curva e faz reverência sempre que as palavras do Júlio vem a tona”
Paulinho Rahs, músico e criador do Jornalismo de Boteco.